Qualé, “professor”?
Olá, amigos paranistas. Diz aquele velho ditado que “um grande time começa com um grande goleiro”. Pois deveria mudar para “começa com um grande técnico”.
E esse definitivamente não é o caso do Paraná. Nesse domingo, contra o fraquíssimo Serrano, conseguimos mais uma vez levar sufoco, graças às invencionices do nosso treinador.
A exemplo do jogo contra o Cascavel, Oliveira quis fazer um malabarismo no segundo tempo, mesmo tendo acertado na escalação inicial. Desta vez, tirou Everton e Vinicius, para as entradas de Élvis e André Luis, mudando o esquema tático para o 3-5-2. A alteração chamou o Serrano para o campo de defesa do Paraná, e o time do interior começou a pressionar. Como se não bastasse, Élvis e Toscano desperdiçaram os poucos contra-ataques criados. A sorte do Tricolor foi o dia inspirado de Juninho e a ruindade do Serrano.
O Paraná deve se classificar em quinto lugar, ou até mesmo em quarto. Porém, seja qual for a classificação final do Tricolor no campeonato, se campeão ou oitavo, é preciso ter a consciência de que com esse time o Paraná não vai conseguir nada na Série B. Reforços são necessários para o longo e árduo caminho do acesso. E é necessário também que Marcelo Oliveira deixe de inventar moda.
Fico por aqui. Saudações paranistas!
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